sexta-feira, 23 de dezembro de 2016
terça-feira, 20 de dezembro de 2016
Acreditar em nada, é acreditar em tudo
Maternity (Tamara de Lempika)
“When men choose not to believe in God, they do not thereafter believe in nothing, they then become capable of believing in anything.”
- G K Chesterton
http://realclimatescience.com/2016/12/twenty-five-years-of-almost-no-global-warming/
domingo, 18 de dezembro de 2016
Lélé da cuca
O Presidente da República (PR) solidarizou-se com Luís Miguel Cintra (LMC) e a sua Cornucópia face ao anúncio de fecho desta conhecida e respeitada companhia de teatro, devido a financiamento público insuficiente. Aprendi a respeitar LMC pela persistência e excelência do seu desempenho como ator e encenador, com impacto além fronteiras. Compreendo e aceito o apoio público às artes, condicionado a critérios de interesse público e de universalidade. Apesar da longevidade do percurso da Cornucópia, o seu raio de ação limitou-se ao restrito âmbito da Capital, refletindo, talvez, os velhos preconceitos das elites relativamente à população da "província". Por outro lado, suspeito que, LMC cumpria uma agenda política, disseminando, com subtileza, entre o seu público, uma certa realidade e interpretação da mesma.
Posto isto, considero a atuação do PR, estapafúrdia, por invasão direta da área de competência do Governo, discriminatória face a outros casos idênticos, populista por garantir a adesão de grande público e das esquerdas, e hipócrita, por não lhe reconhecer genuína preocupação com as pessoas. De facto, não me constou que se tivesse deslocado ao hospital que recusou alimentos e medicação aos seus doentes durante dois dias "por falta de pessoal". Ter-me-ia convencido da bondade das suas causas se tivesse contribuído para a clarificação do caso e para a punição dos eventuais autores desta barbaridade cometida sobre gente inocente, quem sabe, vítimas das reivindicações sindicais.
Tudo isto deixa no ar a preocupação de perceber "que raio de PR temos?".
sábado, 17 de dezembro de 2016
Os beneficiários do progresso
Edvard Munch - Vampire, c. 1895.
Segundo noticiou a Comunicação Social nos últimos dias, há setecentos e tal mil cidadãos que prescinde da água e saneamento públicos e outros tantos beneficiários da tarifa social de eletricidade! No primeiro caso, dá-se conta da ameaça de aplicação de multas por parte das câmaras municipais que, segundo o articulista, estão a perder muito dinheiro. No segundo elogia-se o ministro da tutela pelo alargamento do número de beneficiários que anteriormente eram apenas de oitenta e tal mil .
O que aqui se revela é o absurdo de quase 10 % da população não ter acesso a serviços públicos básicos e outro tanto estarem em risco de os perder. As soluções preconizadas são típicas dos Estados repressivos; a punição ou a esmolinha. Nem por um momento se equacionam os respetivos custos; os de exploração e os políticos. Em qualquer dos casos, cerca de metade do valor faturado, correspondendo a carga tributária, destina-se a financiamento dos desvarios do Estado. Esta realidade tarde ou cedo acabará por pôr em causa o próprio Estado e o seu real interesse para os cidadãos. A memória da Revolta da Patuleia, despoletada por séculos de acumulação tributária do reino, ainda não se desvaneceu totalmente. De facto, o crescente custo de financiamento daquele constitui fator de exclusão social, seja pelo agravamento dos custos dos serviços que presta ou concessiona, seja pelo agravamento fiscal da sociedade civil, cidadãos e empresas; aqueles, vendo reduzir o seu poder de compra, estas, assistindo à queda da sua competitividade e de mercado. Em vez do castigo e da esmolinha, deveria pôr-se a tónica na redução dos custos de funcionamento do Estado, na supressão dos encargos políticos dos serviços e na eficiência destes. Quer o abastecimento de água quer o da energia elétrica carecem de ganhos de eficiência, sempre adiados por dificuldades de financiamento ou direcionamento de lucros para outras "prioridades", como seja a remuneração dos acionistas ou a retribuição dos trabalhadores. As próprias câmaras municipais têm a "distinta lata" de cobrar ao distribuidor de energia elétrica uma taxa de ocupação de espaço aéreo, sabendo que é o "desgraçado" do munícipe" a pagá-la. E ameaçam fazer o mesmo aos bancos a propósito das máquinas de multibanco, por ocupação da via pública. Entretanto, depois de verem duplicada a receita de IMI, em cerca de dez anos, reivindicam aumentos brutais do preço da água e a "mochila financeira", perante a promessa de descentralização do atual Governo.
Tal como em qualquer máquina, nenhum Estado dá mais do que tira, mas todos têm a tentação da mistificação. Afinal, contrariamente à espectativa dos inocentes, as democracias não livram os cidadãos da prepotência do Estado e da demagogia dos "democratas".
Tal como em qualquer máquina, nenhum Estado dá mais do que tira, mas todos têm a tentação da mistificação. Afinal, contrariamente à espectativa dos inocentes, as democracias não livram os cidadãos da prepotência do Estado e da demagogia dos "democratas".
Demostração da descorrelação ente a concentração de CO2 e a temperatura da Terra, a partir de medições efetuadas nos últimos 38 anos via satélite.
Luis Carlos Molion
"It follows that this synthesis of empirical data conclusively reveals that CO2 has not caused temperature change over the past 38 years but that the rate of change in CO2 concentration may have been influenced to a statistically significant degree by the temperature level. Note that it is not possible for a rise in CO2 concentration to cause the temperature to increase and for the temperature level to control the rate of change of CO2 concentration as this would mean that there was a positive feedback loop causing both CO2 concentration and temperature to rise continuously and the oceans would have evaporated long ago." (Essay by Beven Dockery, plublished in Whatsupwitnthat)
segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
Nova versão do caso Angoche (Macua de Moçambique)
Esta nova versão do caso Angoche não tem a menor credibilidade, mas, enfim, cada um que faça a sua avaliação. A ter sido assim, os comunistas já tinham o capitalizado políticamnte e estão caladinhos que nem ratos.
""O 'caso Angoche' foi de facto um contra-golpe para fazer abortar um golpe por parte de gente da ala esquerda das forças armadas, da ARA/PCP muito possivelmente, e que podia ser até do conhecimento das figuras sempre apontadas como os 'suspeitos do costume' - Crespo, Coutinho, etc.
A única vítima desse sector de esquerda foi a 'suicidada' Olívia Mestre, a do 'miramortos' da Beira, infiltrada pela PIDE e afins, no seio do núcleo esquerdista. A sua morte foi apenas uma eliminação da agente delatora. A moça estava a ser controlada por um 'patriota' comandante de corveta, alternava em clubes nocturnos da Beira, mas pescada meses antes para essa missão, pela PIDE em Lisboa, onde era dactilógrafa no Ministério do Ultramar.""
http://macua.blogs.com/moambique_para_todos/2016/12/opera%C3%A7%C3%A3o-angoche-uma-opera%C3%A7%C3%A3o-condor-%C3%A0-portuguesa-m%C3%A3os-sujas.html
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